quarta-feira, 7 de setembro de 2011

PROFESSORES FAZEM PROTESTO NA MARCHA DA INDEPENDÊNCIA

Os professores da rede estadual de ensino aproveitaram a marcha cívica de 7 de setembro para protestar pela valorização da categoria. Eles se mobilizaram em frente ao palanque para serem vistos pelas autoridades presentes.

Professores e alunos fazem protesto e manifestam críticas ao
governador Cid Gomes que está na Europa

Vestidos com camisetas pretas, os educadores desfilaram levando faixas com frases que denunciam o descontentamento da categoria com a falta de valorização dos profissionais, por parte do governo Cid Gomes.

Os manifestantes furaram o cerco policial, logo após a passagem dos militares pela avenida Beira Mar e se posicionaram, por cerca de 3 minutos, em frente ao palanque onde estava o vice-governador do Estado, Domingos Filho.

Sem Cid 

Durante o protesto, os educadores exibiram faixas com críticas diretas ao governador Cid Gomes, que não participou do evento, por estar em viagem oficial à Europa.

Os professores repetiam a todo momento frases como: “Cid ditador, respeite o professor!”; “Aluno na rua, Cid a culpa é sua!”, e “Não tem dinheiro para a educação, mas tem dinheiro para o Aquário e o Castelão!”.


terça-feira, 6 de setembro de 2011

Outdoors de Fortaleza satirizam frase de Cid Gomes

Em meio à greve de professores da rede estadual, declaração do governador sobre colocar amor na frente do retorno financeiro no serviço público virou alvo de campanha negativa

Fortaleza foi tomada por outdoors satirizando uma frase dita pelo governador do Ceará, Cid Gomes (PSB) em meio à greve dos professores da rede estadual de ensino, que já dura mais de um mês. Na semana passada, Cid disse que quem desenvolve atividade pública deve colocar o amor pelo que faz na frente do retorno financeiro. "Quem entra em atividade pública deve entrar por amor, não por dinheiro", disse o governador. " Quem está atrás de riqueza, de dinheiro, deve procurar outro setor e não a vida pública", emendou.

Nos outdoors contra Cid lê-se: "Amor substitui salários - Cid doe o seu salário e trabalhe por amor". A tirada contra Cid Gomes aproveita a polêmica gerada por uma campanha publicitária de um colégio da rede particular da cidade, o Ari de Sá. O colégio espalhou outdoors com uma estudante levando tablets na mochila ao invés dos livros impressos em papel. "Tablet substitui livros" é o slogan da campanha, que mobilizou os cearenses nas redes sociais contrários à inovação pedagógica proposta pela escola.


O Sindicato dos Professores do Ceará (Apeoc) diz que o governo do Ceará não cumpre a Lei Federal do Piso e o plano de cargos e carreiras dos professores. A categoria quer a aplicação do piso para os profissionais de nível médio, graduados e pós-graduados. A Justiça decretou a ilegalidade da greve dos docentes e instituiu multa diária de R$ 10 mil. O presidente do Sindicato, Anízio Melo, disse que a categoria não volta ao trabalho e vai tentar negociação com o Governo do Estado. Segundo ele, os professores entraram com recurso junto ao Tribunal de Justiça do Estado.


Mesmo notificados sobre ilegalidade, professores decidem continuar greve

O presidente do Sindicato Apeoc, Anízio Melo, anunciou, nesta terça-feira, que a categoria não volta ao trabalho e vai tentar negociação com o Governo do Estado. A Justiça decretou a ilegalidade da greve dos docentes, instituindo multa diária de R$ 10 mil, mas o dirigente sindical informa que a categoria, notificada, entrou com recurso junto ao Tribunal de Justiça do Estado.

Anízio adiantou que os professores, em greve há mais de um mês, continuam mobilizados. Dentro da programação de luta, eles farão a “Marcha da Educação e pela Paz” neste feriado de 7 de setembro. “Nós vamos nos concentrar, a partir das 8 horas, no Habbibs da avenida Abolição e sairmos em marcha até o Clube Náutico. Convidados alunos e pais de alunos para essa mobilização”, adiantou Anízio para o Blog do Eliomar.

Na quinta-feira, às 14 horas, uma comissão do Sindicato Apeoc irá ao Tribunal de Justiça para conferir a tramitação do recurso contra a decretação da ilegalidade da greve. Até lá, segundo Anízio Melo, a Apeoc tenta retomar o diálogo por meio do líder do Governo na Assembleia, Antônio Carlos (PT).

 “O que queremos é um Termo de Ajuste de Conduta com o Governo para assegurar o cumprimento das nossas reivindicações”, acentua o líder sindical. Já na sexta-feira, a partir das 15 horas, no ginásio Aécio de Borba, haverá assembleia dos professores.

Blog do Eliomar

Extraído do site http://www.opovo.com.br

segunda-feira, 5 de setembro de 2011

Estudante chinês conclui mestrado aos 16 anos


Zhang Xinyang entrou na universidade aos 10 anos e já deu início ao doutorado

Zhang Xinyang aos 10 anos
Com apenas 16 anos de idade, Zhang Xinyang se tornou o mais jovem chinês a obter um título de mestre, outorgado pela Universidade de Indústria de Pequim. Ele já iniciou o doutorado na mesma instituição.

Zhang, que iniciou o curso universitário de matemática aos 10 anos, contou que de fato enfrentou dificuldades para acompanhar o ritmo dos colegas da pós-graduação. Contudo, durante o processo, conseguiu atingir o nível dos companheiros e terminar sua dissertação com resultado satisfatório.

O jovem acrescentou que o que mais lamenta é ter terminado o ensino médio saltando o último ano. Por isso, escapou da pressão pela qual passam os estudantes chineses no último ano, que segundo Zhang, é importante experimentar.

Os professores de Zhang o descrevem como um estudante maduro, humilde e pacífico. E prometem não dar ao jovem um tratamento "especial".

(Com agência EFE)

Extraído do site http://veja.abril.com.br/

Amor substitui salários?

Por Eliomar de Lima


Eis aí como a molecagem cearense não perde tempo nem a piada. Numa espécie de plágio ao outdoor da rede Ari de Sá onde “tablet substitui livro”, a turma aproveitou e fez essa montagem. Cid chegou a dizer para a imprensa, em meio à greve dos professores, que quem está no serviço público deve entrar por amor  e espírito público.

Mas que está genial essa propaganda, está.


Fonte: Blog do Eliomar
Em nome do amor, apoio aos professores grevistas

Com o título “Com amor se paga?”, eis artigo do poeta e publicitário Ricardo Alcântara, em tom de solidariedade à greve dos professores estaduais.

Há palavras vulgares e há palavras comuns. Coincidem, às vezes. “Porra”, por exemplo, não se diz na missa, mas é inevitável quando cai pela terceira vez aquela ligação 0800 após uma longa espera para ser atendido. Há outras que, embora de uso corrente, têm sentido sublime e, porque são sublimes, vulgarizam-se facilmente pelo uso comum. Preciosas, mereciam ser mais poupadas, como fazem com elas os mais sensatos.

A palavra “Amor” talvez seja a mais castigada de todas elas. Fácil de pronunciar, muita responsabilidade atribui a quem o sente. Tão distante está de ser compreendida, embora nos habite tão intimamente o seu mistério. Outro dia, ouvi o governador Cid Gomes falar de amor. Chamou minha atenção porque é raro observar esta palavra na fala de um político. Muito raramente mesmo encontram lugar para ela em seu discurso.

Por mais elástica sua capacidade de adulterar o sentido das coisas quando falam, os políticos parecem tomados de um inusitado pudor quando a evitam, o que é sensato: não parece mesmo verossímil na boca deles. A palavra “amor”, o governador usou da pior maneira: para humilhar as pessoas – educadores, no caso. Nada mais paradoxal do que o esforço de conciliar humilhação e amor na mesma oração.

Para justificar as compensações precárias que seu governo está podendo oferecer no momento aos professores em greve – eis o contexto – ele disse que quem entra no serviço público não o faz por dinheiro, mas por amor. Ora, homem, nos poupe do seu evangelho de ocasião! É evidente que nenhum professor desprovido de vocação, amor pela missão que abraçou, pode mesmo formar uma geração de bons cidadãos.

Mas é imprescindível à verdade mais rasa acrescentar ao que você falou um detalhe que muda de tal maneira a qualidade do que disse que melhor seria se tivesse evitado se expor assim, pilhado numa sandice. É que, para servir com a devoção que você cobra, os educadores, além de amor, precisam ir às salas de aula com a tranquilidade de ter deixado em casa os filhos alimentados e bem vestidos. Afinal, isso também é amor.

Os educadores não estão exigindo viajar em jatinhos particulares com a família para servir ao Estado como devem. Querem apenas ser remunerados de modo compatível com a relevância do serviço que prestam. Não se pode exigir, em nome do amor, que as pessoas abdiquem do necessário. A mais generosa impressão que se pode ter do que você disse é que a sua experiência pessoal com este sentimento é imatura e superficial.

Por que não te calas? Há quem colabore mais com outros recursos, que não a palavra. Pelo visto, seu ramo é outro. Faça o melhor que sabe nas condições que pode, mas evite expor em demasia a natureza confusa dos seus valores.

* Ricardo Alcântara,
Poeta e publicitário.

Fonte: Blog do Eliomar

domingo, 4 de setembro de 2011


Greve, democracia, cidadania e tirania

A ameaça ao direito de greve é uma ameaça à democracia. Define-se democracia como um conjunto de princípios e de praticas que protegem a liberdade humana.

Diz-se que um governo é democrático quando ele é acessível e receptivo ao povo que governa. Não podendo ele excluir ou desvalorizar classes ou categorias profissionais.

Quando um governador se refere a uma categoria fazendo depreciações e zombando dos seus direitos fica notória a sua tirania e a sua falta de compromisso e respeito com a nossa categoria.

Frases como: “por mim nem plano de carreira existiria”. ”Quem entra na atividade pública deve entrar por amor, não por dinheiro”. ”Quem dar aula faz isso por gosto, e não pelo salário”. ”Se quiser ganhar melhor, pede demissão e vai para o ensino privado”. Será que vocês políticos exerceriam os seus mandatos só por amor. Governador deixe de demagogia e de ironismo.

É preciso que o governador entenda que o professor vive em um mundo real, e é com uma moeda chamada real que ele compra livros e o sustento de sua família. O amor não é moeda, o amor é um sentimento que nutre o nosso coração, mas não enche a nossa barriga e nem paga as nossas contas. Vivemos em um mundo real e capitalista onde para se viver com dignidade é preciso de um salário justo pago com uma moeda chamada real. Precisamos ser tratados com amor, respeitado e valorizado salarialmente e profissionalmente. 

Não vivemos no mundo fictício e irreal do governador Cid Gomes, onde o salário do trabalhador é pago com uma moeda chamada amor. Não podemos ir na onda da utopia salarial do governador, amor não é moeda, e não sendo moeda não se pode receber amor como salário.Governador, por amor ao Ceará abdique do seu salário de governador. 

Governador saia do mundo utópico, irreal e devolva com amor o nosso plano de cargos e carreira e o nosso piso salarial pago com o real. Governador amor não é moeda, portanto não podemos só trabalhar por amor é preciso de um salário pago em real, pois vivemos em um mundo real onde a realidade só se concretiza com uma moeda chamada real. Realmente, saco vazio não fica em pé. E, é nesse mundo real capitalista em que vivemos que para encher o saco precisamos de uma moeda chamada real.

Governador no seu discurso o professor por amor deve abdicar de um salário e de seus direitos garantidos por lei.Governador não temos varinha de condão para num toque mágico transformar amor em moedas.Governador não fazemos milagres. Para que o milagre de uma educação de qualidade aconteça é preciso valorizar salarialmente e profissionalmente os professores. Governador também não temos a lâmpada maravilhosa de Aladim para esfregá-la e pedir ao gênio nos livre das maldades que o senhor está fazendo com o magistério cearense. 

Sabemos que a democracia sujeita os governos ao Estado de Direito e deve assegurar que todos os cidadãos recebam a mesma proteção legal e que seus direitos sejam protegidos e resguardados pelo sistema judiciário. Cid Gomes, entenda que nós professores estamos numa democracia e não em uma ditadura.Não temos apenas direitos,mas temos que lutar por um sistema político que protejam , respeitem e resguardem os nossos direitos e liberdades.

As ementas 363 e 364 do Comitê de Liberdade Sindical da Organização Internacional do Trabalho fala com bastante propriedade e clareza sobre o direito de greve dos trabalhadores. A ementa 363 preconiza que o direito de greve dos trabalhadores e suas organizações constituem um dos meios essenciais de que dispõem para promover e defender seus interesses profissionais. Já a ementa 364 diz que o comitê sempre estimou que o direito de greve é um dos direitos fundamentais dos trabalhadores e de suas organizações unicamente na medida em que constitui meio de defesa de seus interesses.

Nós professores do estado do Ceará queremos comunicar à sociedade que a nossa paralisação foi decretada quando sentimos que os nossos direitos e conquistas estavam sendo ameaçados de serem usurpado pelo governador Cid Gomes, Piso Salarial e Plano de Cargos e Carreira. Nossa luta não é pontual e sim em defesa das nossas conquista e de nossos interesses coletivos, com objetivos sociais mais amplos de um magistério qualificado, valorizado salarialmente e profissionalmente e de uma verdadeira escola de qualidade.

Nós professores, alunos e a comunidade escolar em geral entendemos que a lógica da greve reside na interrupção das aulas, de modo que tal paralisação crie um fato jurídico-social propicio à abertura de negociação coletiva,que, em última análise poderá garantir melhores condições de vida e trabalho à nossa categoria.

PAULO JAMES QUEIROZ MARTINS
Representante da APEOC em Maranguape

Fonte: APEOC

sexta-feira, 2 de setembro de 2011

Sindicatos devem ir à Justiça para fazer valer decisão sobre piso de professor

A Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação (CNTE) orientou nesta sexta-feira, 2, os sindicatos estaduais de professores a mover ações, de forma isolada, nos Judiciários locais para fazer valer a decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) que julgou constitucional a fixação de piso nacional para a categoria.

Sancionada em 2008, a Lei do Piso determinou que nenhum professor da rede pública com formação de nível médio e carga horária de 40 horas semanais pode ganhar menos de R$ 950 mensais. Com a correção, o valor este ano passou para R$ 1.187. À época da aprovação da lei, cinco governadores entraram no STF questionando a constitucionalidade do piso nacional.

Para o advogado da CNTE Gustavo Ramos, a decisão do Supremo deixou em aberto diversas questões, como a validade do piso nacional para cumpre menos de 40 horas semanais e a retroatividade do piso nacional a janeiro de 2009.

No caso da carga horária, Ramos entende que a tendência do STF, se tivesse que se pronunciar sobre o assunto, seria optar pela proporcionalidade, por isso é melhor os professores resolverem a questão movendo ações em nível estadual. 

Sobre a retroatividade, o advogado entende que o sistema jurídico do país aponta para esse direito, por isso recomendou que os professores se mobilizem e não deixem o movimento que estão fazendo nessa direção perder força. 

Durante encontro dos professores na sede da CNTE, foi distribuído cartaz em que a categoria pede a aplicação de 10% do Produto Interno Bruto (PIB) anual na educação.

Agência Brasil

Extraído do site http://www.opovo.com.br

quinta-feira, 1 de setembro de 2011

Em Fortaleza (CE), manifestação de professores reúne 8 mil pessoas na Assembleia Legislativa

Por Adital

Na manhã desta quinta feira (1º), cerca de oito mil pessoas, entre professores, pais e alunos, organizaram uma manifestação na Assembleia Legislativa do Ceará, na capital fortalezense, região Nordeste do Brasil, com o intuito de conseguir apoio dos parlamentares para a realização de uma audiência com o Governador do Estado, Cid Gomes (PSB), a fim de discutir as propostas da categoria.

O ato teve início com uma caminhada, com faixas, cartazes e palavras de ordem, que saiu da Praça da Imprensa com destino à Assembleia Legislativa. Quando se dirigiam para o Plenário, onde pretendiam falar com o presidente, Roberto Cláudio (PSB), para que mediasse uma audiência com o governador do Estado, foram surpreendidos pela polícia. Foi montada uma barreira para impedir a entrada dos manifestantes, houve enfrentamento entre professores, pais e alunos das escolas públicas e universidades por quase uma hora.

Segundo Francisco Robson Alves, professor de história e sociologia da Escola Estadual Antonieta Siqueira, no bairro Pici, os professores e alunos exigiram a saída da polícia para que tivessem acesso ao plenário. “Estamos aqui para defender nosso piso salarial e a implantação dos Planos de Carreira e remuneração dos profissionais da educação básica e do magistério público, um direito que é nosso”, disse.

Segundo Robson, os professores exigem que o governador respeite e faça cumprir a Lei Federal do Piso e o Plano de cargos e carreiras para profissionais de nível médio, graduados e pós-graduados. “É inaceitável que tenhamos que fazer uma manifestação para exigir que o Estado cumpra a lei, quando na verdade ele tem por obrigação fazer valer”, critica.

Uma comissão formada por professores e representantes do Sindicato dos professores e servidores no estado do Ceará (Apeoc) se reuniu com comissão formada por parlamentares da assembleia. Na ocasião, marcaram para amanhã (2), a partir das 9h, uma audiência para tratar do assunto. Independente dos encaminhamentos, a categoria permanece com uma assembleia geral marcada para amanhã, às 15h no Ginásio Aécio de Borba.

A greve, que teve início no dia 5 de agosto, foi suspensa pelo Tribunal de Justiça do Ceará (TJCE) na última sexta-feira (26), sob pena de pagar R$ 10 mil reais por cada dia de paralisação. A categoria deveria retomar as atividades no prazo de 48 horas. No entanto, como não foram notificados da ilegalidade da greve permaneceram paralisados.

Para Robson, o sentimento que fica nesse momento é de indignação e revolta. “Viemos de forma pacífica exigir melhoria e qualidade nos serviços e somos recebidos de forma violenta na casa que é considerada do povo”, finaliza.

Reação nas redes sociais

Após declaração do governador do estado do Ceará, Cid Gomes, durante evento no Rio Grande do Norte, de que “quem quer dar aula faz isso por gosto e não pelo salário”, centenas de pessoas decidiram se mobilizar nas redes sociais. No Facebook, a campanha “Cid Gomes, doe o seu salário e governe por amor!” obteve a adesão de quase 20 mil pessoas, que demonstraram sua indignação contra o governador e saíram em defesa dos professores, em greve há 27 dias.

Fonte: Correio do Brasil
Batalhão de Choque é acionado para manifestação de professores na Assembleia

Clima tenso durante manifestação de professores na Assembleia Legislativa na manhã desta quinta-feira, 1º. Alunos e professores ocuparam todo o hall de entrada e primeiro andar da Casa Legislativa, com latas, tambores, pandeiros e apitos. O Batalhão de Choque foi acionado para acompanhar a tensa manifestação. Até o momento, não houve confrontos físicos. 

Policiais fizeram uma barreira para impedir o acesso dos manifestantes ao plenário. Insatisfeitos, os professores tentam negociar a retirada dos policiais do plenário, além do acesso dos professores ao plenário. Eles querem realizar uma audiência pública para discutir as reivindicações da categoria.

Durante a manifestação, uma das paredes da Assembleia foi alvo de pichação. Com spray vermelho, está escrito "Educação Já" em parede do segundo andar.

O deputado Tin Gomes, que preside a sessão nesta manhã, anunciou a formação de uma comissão de deputados para receber os professores. A sessão foi interrompida por causa do barulho dos manifestantes.